Quem decide para o BRASIL?

Quem decide para o BRASIL?

Bruno Voloch

09 de dezembro de 2019 | 08h24

O ano de 2019 vai chegando ao fim e o mundial de clubes realizado na China é mais uma competição que deixa lições, aprendizados e questionamentos.

Shaoxing mostrou ao mundo uma Paola Egonu acima da média e em outro patamar. É na atualidade a principal jogadora da Europa e só fica atrás da imbatível Ting Zhu.

A Itália tem jogadora de decisão. A China idem e ainda prepara a canhota Li Yingying, uma realidade aos 19 anos.

Apesar do vice com o Eczacibasi, os recentes títulos de Boskovic com a Sérvia, campeã em cima da própria Itália em 2018 no Japão, falam e respondem qualquer questionamento sobre a capacidade técnica da oposta.

São hoje as 3 melhores jogadoras em atividade no vôlei, o que consequentemente transforma China, Itália e Sérvia, não necessariamente nesse ordem, favoritas em Tóquio 2020.

O que elas teriam em comum?

São todas muito jovens e bem preparadas desde cedo para pressão e responsabilidade.

Os Estados Unidos, bi da VNL, nunca podem ser descartados. Kiraly, dizem, não tem opostas tão qualificadas como as 3 citadas, o que é discutível, mas a versatilidade do grupo norte-americano, jovem também, supera a eventual falta de uma definidora de primeira linha.

A Rússia, aí bem atrás na relação no quesito favoritismo, conta com a não menos decisiva Goncharova, que carrega o piano delas há muito tempo.

A pergunta que fica é simples:

E na seleção brasileira, quem decide?

 

 

 

 

 

 

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