Quina e reprise no Rio.

Quina e reprise no Rio.

Bruno Voloch

14 de abril de 2018 | 17h48

Nenhuma. Rigorosamente nenhuma diferença do segundo para o terceiro jogo. Terça e sábado idênticos no Rio. Equilíbrio no início, desequilíbrio no fim de cada set.

3 a 0 semelhantes.

Curiosamente a partida da Vila Leopoldina acabaria sendo a mais disputada da série.

Seria difícil imaginar que após 4 derrotas para o Sesi, duas consecutivas, o Sesc tivesse forças para reverter a situação e ganhar 3 seguidas.

Portanto, a classificação do Sesi para a final era mais do que previsível.

A campanha do Sesc no segundo turno era um indício de que o time que havia encantado no início da Superliga já não era mais o mesmo.

Dá para afirmar que o Sesc alcançou o ápice na hora errada.

Se houve erro de planejamento é outra questão.

Provável.

Estranho é ver o time ser eliminado com Maurício Souza, João Rafael e Thiaguinho no banco.

O Sesi foi mais regular. Errou menos e foi superior nos momentos decisivos. Do primeiro ao terceiro jogo.

 

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