Regalia e preguiça contagiosa em Taubaté

Regalia e preguiça contagiosa em Taubaté

Bruno Voloch

20 de janeiro de 2020 | 08h27

A queda de produção de Taubaté começa a ser explicada.

Lucão, do nada, foi simplesmente dispensado do jogo contra Caramuru no fim de semana. Sequer viajou com o grupo. O blog apurou que o jogador não tem qualquer problema físico ou pessoal.

Decisão de Renan Dal Zotto, que ainda tem crédito no clube, mas abre um precedente perigoso.

Enquanto Lucarelli e Rapha, líderes na acepção da palavra, treinam, viajam e jogam, dando exemplo de conduta profissional dentro e fora de quadra, Lucão ganha regalias inexplicáveis. E pior, contagia os mais jovens com a conhecida e habitual preguiça.

Douglas Souza que o diga.

Desde a partida contra Blumenau, o jogador, que renovou contrato ganhando o dobro, não vê a cor da bola. Perdeu a posição para Renan que atuou as últimas duas partidas como titular. E foi bem.

O treinador agiu, nesse caso, com profissionalismo e pensando exclusivamente no time.

Usa porém dois pesos e duas medidas. Ele  pode ser o técnico da seleção, pode ter vencido a Superliga, mas se perder a mão em detrimento ao capricho de Lucão coloca em risco todo prestígio que conquistado em Taubaté.

 

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