Rio 2016 x Tóquio 2020: quem escolhe demais, acaba virando a opção.

Rio 2016 x Tóquio 2020: quem escolhe demais, acaba virando a opção.

Bruno Voloch

08 de outubro de 2019 | 08h59

Rio 2016 certamente serviu de lição para a seleção brasileira.

O BRASIL foi 100% na primeira fase, ganhou de todo mundo e caiu logo nas quartas de final ao cruzar com a China, quarta colocada do outro lado.

Isso significa dizer que essas projeções ou conjecturas para Tóquio 2020 são perda de tempo, até porque fazer sua parte, como o caso do BRASIL no Rio, não é garantia de nada. Enfrentar a China, até então instável e insegura há 4 anos, parecia ser um bom negócio para a seleção.

Ou não?

O desfecho dessa história todo mundo conhece de cor e salteado.

Portanto a única coisa possível e benéfica com a divulgação do novo ranking mundial através da FIVB, Federação Internacional de Vôlei, é poder estudar os adversários com grande antecedência.

O BRASIL, dentro da matemática, está no Grupo A junto com as donas da casa, Japão, e Sérvia. Do outro lado, B,  ficaram China, Estados Unidos e Rússia.

O resto é balela e puro achismo.

Os pré-olímpicos continentais em janeiro definirão o futuro da Itália, garantida em Tóquio e oitava no ranking, e da seleção classificada que virá da Europa.

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