Rio, de Bernardinho, sob ameaça e presidente preso. Minas, sem Hooker, pressionado.

Bruno Voloch

23 de fevereiro de 2018 | 09h06

De um lado o Minas, do outro o Rio. Ambos pressionados para a final do sul-americano que acontecerá sábado na Arena Minas.

O clube mineiro investiu e bancou a competição com o claro objetivo de voltar ao cenário internacional. A ausência de Hooker, lesionada novamente, pode pesar.

Usar Rosamaria como oposta era a única saída de Stefano Lavarini. Justiça feita indiretamente com Pri Daroit que reaparece como titular.

O Rio vive total instabilidade dentro e principalmente fora de quadra.

A prisão do presidente da Fecomércio-RJ, Orlando Diniz, deixa o clima ruim. A incerteza quanto a continuidade do projeto é grande.

Diniz era um os maiores incentivadores do vôlei. Ele está afastado desde novembro da administração do SESC e do SENAC. Desde então, Luiz Gastão assumiu o cargo.

Como se não bastasse o time de Bernardinho não dá sinais de recuperação.

O resultado adverso, ainda sob suspeita, para o próprio Minas há uma semana serviu para aumentar a desconfiança.

 

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