Rio é obrigado a colocar freguesia em jogo. Praia não terá outra chance igual.

Rio é obrigado a colocar freguesia em jogo. Praia não terá outra chance igual.

Bruno Voloch

07 Outubro 2016 | 07h49

O Praia Clube, eterno freguês do Rio, tem a grande oportunidade de acabar com a sina de vice, sair da fila e de quebra vencer finalmente o time carioca.

É início de temporada, o Rio está sem ritmo de jogo, vem abalado pela derrota no campeonato estadual para o modesto Fluminense e com a cabeça no mundial de clubes que será disputado nas Filipinas.

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Como se não bastasse o Praia estreia Fabiana, joga em casa e contará em tese com o apoio da torcida. A presença da capitã da seleção em quadra é sinal de mais experiência e muita qualidade.

O Praia porém vai precisar de muito mais. Não pode tremer e ficar intimidado. Nas duas vezes que as equipes se cruzaram valendo título o Rio levou a melhor.

O time de Bernardinho está acostumado com jogos decisivos e sabe jogar pressionado. O Praia não.

Perder o segundo campeonato em menos de uma semana seria algo inédito para o Rio e colocaria em xeque o emocional para o mundial. Seria o pior começo de temporada para o clube.

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O resultado inesperado diante do Fluminense deve ter ligado o sinal de alerta. É o que se espera, o que não é bom para o Praia.

De qualquer maneira o Praia pode ter certeza de que tão cedo, literalmente falando, não terá outra chance igual de ser campeão contra o Rio. Mesmo que o troféu seja da ‘discutível’ Supercopa. Sim, porque na verdade, o jogo nem deveria acontecer.

Por questão de justiça, como ganhou a Copa Brasil e a Superliga, a taça teria que ficar de vez com o time carioca.

Mas o negócio da CBV é também ajuda a preencher a grade. Sendo assim …