Rio passeia, curte Praia e leva selfies de Uberlândia

Rio passeia, curte Praia e leva selfies de Uberlândia

Bruno Voloch

08 Outubro 2016 | 10h27

Não deu nem para a saída como se diz na gíria. Era só deixar os celulares carregando e esperar o momento de registrar mais um título com as tradicionais selfies.

Fabi, como de hábito, clicou. Nada como o Praia Clube pelo caminho.

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O Praia Clube, submisso, se recolheu logo de cara. A surra imposta pelo Rio com 25/12 no primeiro set tratou de colocar as coisas nos devidos lugares.

Campeão e vice estão ainda muito distantes. A diferença entre os dois é imensa.

O Rio bateu sem pena e deixou seu recado quando fez 1 a 0 sem dar chances de reação ao adversário. Era apenas questão de tempo vencer novamente uma final contra o Praia.

Dito e feito.

3 a 1. Resultado esperado.

O Praia, nesse momento, deveria usar o silêncio. É chato perder sucessivamente para o Rio. Pior do que é isso é usar argumentos como ‘falta de ritmo’ para justificar o injustificável.

Mais fácil seria simplesmente assumir a superioridade do Rio. O Praia não terá outra chance igual.

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O Rio lamenta. Lamenta e curte. Curte porque inteligentemente valoriza o Praia cada vez que os times se encontram. E quer mais. Freguês assim não se encontra todo dia.

Fizeram de tudo para o Praia vencer. E nem assim, inventando a Supercopa, deu certo.

O Rio agradece e espera encontrar o Praia em breve. O Praia também.