Roque, para explicar o inexplicável

Roque, para explicar o inexplicável

Bruno Voloch

30 de novembro de 2020 | 08h45

Explicar o inexplicável é complicado.

É caso da vitória de Taubaté sobre Campinas pela sétima rodada da Superliga. Não especificamente essa partida, já que deu a lógica. Seria necessário voltar no tempo, quando o atual campeão brasileiro conseguiu a façanha de ser vice estadual para o mesmo adversário.

Menos de 2 meses depois, a conclusão que se chega é que não dava mesmo para perder.

Indesculpável.

É verdade que de lá pra cá Taubaté conquistou tudo que disputou, lidera a Superliga e é o único invicto na competição.

O comportamento dos jogadores em quadra reflete o sentimento. Não foi um jogo qualquer. A derrota no terceiro set, tão ou mais surpreendente como a perda do estadual, se explica pela ansiedade e leve descontrole emocional do time.

Felipe Roque não foi o melhor em quadra por acaso.

Talvez ele tenha sido o que mais sentiu a derrota no paulista. O bom e promissor oposto de Taubaté não está errado. Ficou devendo mesmo na ocasião. Não foi o único.

Felipe Roque assumiu o papel de protagonista no reencontro.

Dizer que pagou a conta seria exagero até porque o campeonato de Taubaté é contra Cruzeiro e Minas. Mas não deixa de ter sido uma resposta.

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