Rosa, no Dia Internacional da Mulher.

Rosa, no Dia Internacional da Mulher.

Bruno Voloch

09 de março de 2019 | 08h58

Em geral, no ocidente, Rosa simboliza amor, perfeição, paixão e desejo. No vôlei, Rosa significa resposta.

No Dia Internacional da Mulher, o Praia, como visitante, devolveu a derrota sofrida no turno, 3 a 2, e finalmente conseguiu a primeira vitória diante do Minas na atual temporada.

Bom para o Praia, melhor para o Minas, que apesar do revés e a preocupante virada sofrida no tie-break, alcançou o objetivo de terminar a fase de classificação em primeiro lugar. O Praia será segundo. Jogo oficialmente decidido no quinto set, mas na teoria resolvido no terceiro set quando o Minas marcou 25/21, o suficiente para não ser ultrapassado pelo Praia na tabela.

Se o Minas não teve Natália, o Praia ficou sem Fernanda Garay, ou seja, iguais em tudo. E quis o destino que justamente a substituta dela acabasse sendo uma das protagonistas da partida.

Rosamaria, provocada como de hábito, ignorou a perseguição da torcida e fez seu melhor jogo com a camisa do Praia. 20 pontos e uma atuação memorável na Arena Minas.

Mais importante do que os 2 pontos, que não mudará em nada o destino de ambos na Superliga, o Praia sai de Minas fortalecido na questão moral, afinal se caísse pela quinta vez para o adversário seria complicado encontrá-lo lá na frente e pensar em vencê-lo num eventual final.

Não dá para falar em soberba ou algo do gênero do outro lado. Mas que o Minas achou, e com inteira razão, que o jogo estava resolvido quando fez 11 a 6 no tie-break, isso achou.

Fica a lição.