Sem choro, nem vela. Praia Clube, na bola, dá troco no Rio

Sem choro, nem vela. Praia Clube, na bola, dá troco no Rio

Bruno Voloch

14 de fevereiro de 2020 | 23h37

Nem na bola, nem no grito. Muito menos no apito.

O Praia Clube superou todas as adversidades, a rotineira pressão do lado de fora da quadra e venceu com méritos o Rio por 3 a 1 no Tijuca.

Resultado que fez o time de Uberlândia abrir 5 pontos de vantagem em relação ao adversário e ainda beneficiou diretamente o Minas, agora segundo colocado. O Rio, de Bernardinho, caiu para terceiro e sem chances de terminar em primeiro a fase de classificação.

O time do Praia, pilhado pelos recentes incidentes que favoreceram ao Rio, jogou com se fosse uma decisão de Superliga. Se tivesse um pouco mais de sorte teria feito 3 a 0. Martinez e Fernanda Garay, finalmente, foram os destaques do Praia no ataque.

Carol, outra que andava sumida, deitou na rede com 8 pontos de bloqueio, o dobro de Juciely e Milka juntas. Claudinha fez uma partida muito correta, quase sem erros.

O Rio, sem Tandara, é um time previsível. Comum.

Não faltou entrega, mas sem ela ninguém é capaz de resolver.

E dessa vez o glorioso Felipe Antônio Santo nem pode dar uma mãozinha.

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