Sem GOL e CBV acuada, clubes propõem ‘casadinha’ para salvar Superliga

Sem GOL e CBV acuada, clubes propõem ‘casadinha’ para salvar Superliga

Bruno Voloch

11 de agosto de 2020 | 17h11

Nada decidido.

Nenhuma posição oficial da CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, na reunião virtual entre os clubes e os responsáveis pela Superliga.

A sugestão é começar a competição dia 11 de novembro.

Esse porém é o menor dos problemas.

A questão principal, fora integridade física dos envolvidos, é financeira.

Os representantes da CBV foram cobrados e segundo o blog apurou, a entidade disse que aguarda o posicionamento da GOL, parceira aérea.

O que se sabe é que a empresa dificilmente manterá os valores do contrato anterior. Cada clube recebia 18 bilhetes. O acordo terminou 31 de julho. Desesperada, sem opções e credibilidade no mercado, a CBV espera.

Os clubes não.

Prevendo o pior dos cenários, que seria bancar as passagens, os gestores sugeriram um calendário que minimizasse os custos nos deslocamentos.

A chamada tabela ‘casadinha’.

Na prática, os times seriam obrigados a viajar uma vez apenas para cada cidade. O Minas, por exemplo, atual campeão, iria ao Rio, enfrentaria Flamengo e Fluminense e só voltaria para os playoffs, se fosse o caso.

O mesmo serviria para os deslocamentos envolvendo os estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná.

 

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