Sem saque, logo sem bloqueio

Sem saque, logo sem bloqueio

Bruno Voloch

22 de setembro de 2019 | 11h02

O banho de bloqueio da China sobre o BRASIL, 17 pontos contra 7, é perfeitamente compreensível considerando a diferença técnica entre as seleções, o que não significa dizer que seja aceitável.

Bia fez 4, Mara 3. Juntas, as brasileiras fizeram o mesmo número de pontos da central chinesa Yuan. 7.

Ponteiras e oposta saíram zeradas, enquanto do outro lado todas as chinesas pontuaram no fundamento.

Contra os Estados Unidos já havia sido assim, mesmo desempenho apresentado dias antes na derrota para a Holanda. 4 míseros  pontos em 3 sets.

Desde a estreia diante da Servia B quando marcou 17 pontos, 6 de Fabiana, o BRASIL despencou no bloqueio, isso claro sem levar em consideração o que pegamos pela frente com Argentina e Quênia.

O baixíssimo aproveitamento da seleção brasileira se justifica por causa do saque ineficiente, fundamento que sempre foi um dos pontos fortes dos times treinados por José Roberto Guimarães. Após 6 rodadas disputadas, Gabizinha é a única que aparece nas estatísticas entre as melhores sacadoras, isso em décimo lugar.

Pouco, muito pouco.

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