Semifinal vira final e final vira semifinal

Semifinal vira final e final vira semifinal

Bruno Voloch

05 de março de 2016 | 08h29

O Rio foi para o risco. Agora não pode voltar atrás.

Bernardinho fez sua escolha. O técnico não repetiu os erros do passado na seleção,  escalou o que tinha de melhor contra Osasco e não poupou nenhuma titular.

O que se viu em quadra foi uma nova vitória do Rio por 3 a 0, resultado que deixou Osasco em quarto lugar na classificação após a primeira fase da competição.

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Isso significa dizer que os dois maiores rivais do vôlei brasileiro irão se encontrar na semifinal da Superliga antecipando a decisão que seria jogada em abril.

Um deles ficará pelo caminho.

O saque e o número de erros fizeram a diferença a favor do Rio num jogo relativamente equilibrado no ataque e bloqueio.

Osasco porém sofreu no passe e errou acima da média. 23 no total contra 7 do Rio. Não daria mesmo para vencer.

A cubana Carcaces, apesar da derrota, foi a melhor quadra. Fazia tempo que não jogava tanto. Lise, a belga, foi a decepção. Improvisada, Suelle fez o que podia.

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O Rio foi muito regular e beneficiado pela quantidade de erros de Osasco. O time carioca jamais deixou de ter o controle da partida exceção feita ao terceiro set quando Osasco abriu 20/16 e foi traído novamente pelos erros.

Foi uma partida curiosa e de poucas substituições. Roberta entrou apenas no terceiro set no Rio.

Pinheiros e o ‘penetra’ Brasília, adversários de Rio e Osasco nas quartas de final, não assustam e serão presas fáceis.

A semifinal vira final e a final vira semifinal da Superliga.

Agora começa outro campeonato.

O Rio vai arcar com as consequências. Só o tempo irá dizer se optou pelo caminho certo.

Osasco não teve escolha.

 

 

 

 

 

 

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