Será que o Praia realmente mudou? Não vai tremer de novo contra o Rio?

Será que o Praia realmente mudou? Não vai tremer de novo contra o Rio?

Bruno Voloch

01 de dezembro de 2017 | 08h08

É hoje.

O torcedor do Praia Clube, empolgado com a campanha e a liderança na Superliga, vai saber efetivamente se o time é ou não confiável. O Rio, de Bernardinho, vai responder.

O Praia é freguês de caderno e nunca venceu o Rio. Seja lá onde for.

Para quebrar esse incomodo tabu não vai poder tremer como de hábito. O Rio, inteligentemente, usa a estratégia de jogar o favoritismo para o outro lado aumentando assim a responsabilidade do Praia.

Que seja assim, afinal o Praia nunca pode e conseguiu assumir a postura de favorito. Só que na prática a coisa não funciona desse jeito.

Nesse encontro, os números que colocam o Praia na liderança, não contam tanto.

A tradição e a camisa acabam sendo prevalecendo.

O Praia foi montado para ser campeão e tem obrigação de responder o alto investimento. Terá força máxima. O Rio não. Sem Gabizinha o time perde muito.

O emocional será decisivo e para os dois lados.

Bernardinho teve quase uma semana para recuperar Drussylla que foi perseguida e não resistiu a pressão no Minas.

Pressão é a senha.

Boa parte do elenco do Praia, metade do time titular, já passou pelas mãos dele. Algumas peças do banco inclusive. É sem dúvida um ponto a favor do Rio.

A arbitragem, não deveria, mas pode influenciar.

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.