Serginho é o símbolo do ouro mais improvável da história

Serginho é o símbolo do ouro mais improvável da história

Bruno Voloch

21 Agosto 2016 | 16h02

Redenção dentro de casa e diante da torcida. O Rio de Janeiro viu uma das conquistas mais improváveis da história dos jogos olímpicos.

O vôlei masculino do BRASIL quebrou um jejum de 6 anos sem títulos e ganhou o ouro olímpico.

Tinha mesmo que ter a participação dos italianos. Quem viu o BRASIL da primeira fase, aos trancos e barrancos, jamais poderia imaginar desfecho semelhante.

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Essa seleção não lembra nem de longe o time que encantou o mundo nos anos 2000. Equipe que considerada quase imbatível.

Serginho era o único remanescente. Bernardinho fora de quadra.

O atual grupo jogava com o peso nas costas de jamais ter conquistado um título de grande expressão, tinha apoio mas era olhada sob desconfiança. A geração do ”quase’.

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Foi uma conquista acima de tudo da superação por causa das contusões de Lipe e Lucarelli.

Um grupo que soube reconhecer as próprias limitações e crescer nas adversidades.

Um título com a cara do BRASIL de Serginho.