Sesi, de Skaff, apela, usa política e quer Leal fora das finais. Cruzeiro, de Medioli, se defende.

Sesi, de Skaff, apela, usa política e quer Leal fora das finais. Cruzeiro, de Medioli, se defende.

Bruno Voloch

25 de abril de 2018 | 14h07

Dessa vez a CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, não escapa. Nem a política vai resolver.

A briga pelo título da Superliga chegou aos tribunais e com gente grande envolvida. Paulo Skaff, do Sesi, de um lado e Vittorio Medili, do Cruzeiro, do outro.

Um deles vai sair perdendo. O prejuízo, independentemente da decisão, é certo para a CBV.

O clube paulista, liderado por Paulo Skaff, pressiona a entidade para suspender Leal e deixar o caminho livre para o título.

O Cruzeiro se defende pelas mãos do poderoso e não menos influente presidente Vittorio Medioli.

Leal será julgado na próxima sexta-feira no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) no Rio de Janeiro. Ele é acusado de fazer  gestos obscenos para a torcida de Taubaté no quarto jogo da série semifinal. A CBV, sem saída, acatou a denúncia por causa da súmula carregada do delegado do jogo.

A defesa considera imprescindível a presença de Leal no julgamento o que certamente prejudicará a preparação do Cruzeiro.

Se for condenado o jogador pode pegar até 6 jogos de suspensão. O Sesi fica satisfeito com 2 jogos.

 

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: