Sesi encontra brecha e escapa da degola na Superliga. Só Valinhos cai no feminino.

Sesi encontra brecha e escapa da degola na Superliga. Só Valinhos cai no feminino.

Bruno Voloch

22 de fevereiro de 2018 | 11h32

A temporada 2015/16 foi frustrante para o Sesi. Desde então o vôlei feminino foi deixado de lado. Não abertamente. O investimento foi drasticamente reduzido e o clube decidiu priorizar o masculino.

Os dirigentes sabiam que o time feminino, diante da nova política, dificilmente escaparia das últimas posições. E foi exatamente o que aconteceu.

Só que enquanto o time dava vexame dentro de quadra perdendo um jogo atrás do outro, já se costurava nos bastidores a salvação da equipe que seria rebaixada.

O regulamento da Superliga diz que os dois últimos colocados serão rebaixados para a próxima temporada e terão que disputar a Superliga B no ano seguinte.

A CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, afirma que o regulamento será cumprido.

Só que na prática isso não acontecerá.

Sesi e Valinhos, último e penúltimo colocados, respectivamente, teoricamente cairiam para 2018/19. Acontece que apenas Valinhos será condenado.

A parceria de Bauru com o Sesi vai livrar o time da capital paulista de jogar a Superliga B. O CNPJ usado será o do clube do interior paulista. O Sesi entra como parceiro e continua na Superliga.

As categorias de base inclusive já foram transferidas para Bauru.

 

 

 

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