Sheilla, Fabizona, Maurício Lima e Rodrigão no colégio eleitoral da CBV

Sheilla, Fabizona, Maurício Lima e Rodrigão no colégio eleitoral da CBV

Bruno Voloch

26 de maio de 2020 | 18h17

Surge, enfim, uma esperança para o vôlei brasileiro.

O blog apurou que Sheilla, Fabizona, Maurício Lima e Rodrigão deverão fazer parte do colégio eleitoral nas próximas eleições na entidade.

Isso na prática significa pouco, mas é um começo.

Irão participar das eleições da CBV, Condeferação Brasileira de Vôlei, cento e duas pessoas, entre representantes das federações estaduais, atletas e clubes assim distribuídos:

27 federações, 9 clubes, 4 atletas da comissão nacional (Rapha, Emanuel, Harley e Amanda), 54 atletas das federações estaduais e 8 atletas medalhistas olímpicos, onde aparecerão, se nada acontecer nos bastidores, Sheilla, Fabizona, Maurício Lima e Rodrigão.

Os jogadores de 92, 2004 e 2016 se fecharam e uniram contra o possível candidato, ex-COB, que pretendia ser o representante da geração de prata, mas que não conta nem com o apoio dos companheiros de 84.

A eleição dos 8 representantes dos atletas medalhistas olímpicos inclui 87 atletas de quadra e 17 de praia no total de cada modalidade entre homens e mulheres.

Votam todos medalhistas olímpicos de quadra e praia.

Serão eleitos 4 representantes da quadra (dois homens e duas mulheres) numa votação que participarão todos medalhistas olímpicos da quadra que escolherão cada um dois homens e duas mulheres entre os candidatos.

O mesmo vale para a praia na escolha dos 4 representantes.

Os candidatos se apresentam até 29/05, sexta-feira, e a eleição acontecerá dia 15/06.

Os eleitos votarão na eleição para presidente da CBV em 2021.

Acontece que o peso do voto dos representantes dos atletas é apenas 1 contra por exemplo 6 das federações, artimanha velha e conhecida e que em tese não seria suficiente para a tão sonhada mudança de rumo do vôlei brasileiro saindo das mãos da gestão atual.

Há entretanto um movimento interno, segundo o blog apurou, para a criação de uma chapa de oposição que viria com um atleta campeão olímpico para presidente.

Até onde o blog chegou, esse leve e inesperado movimento já teria sido suficiente para mexer com a situação.

A conferir.

 

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