Sina de vice e tabu pesam contra o favorito BRASIL na Liga Mundial

Sina de vice e tabu pesam contra o favorito BRASIL na Liga Mundial

Bruno Voloch

14 de julho de 2015 | 09h11

Única seleção já classificada para os jogos olímpicos, o BRASIL, diferente dos demais finalistas, encara a Liga Mundial como prioridade.

Estados Unidos, Polônia, Sérvia, Itália e até a França encaram a competição como preparação para a Copa do Mundo do Japão, torneio que irá classificar mais duas seleções para a olimpíada.

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O BRASIL não. O título é questão de honra. Obsessão.

A tarefa pode ser facilitada justamente pelo fato dos adversários estarem mais preocupados com a Copa do Mundo, o que aumenta consideravelmente a obrigação de ganhar a Liga Mundial.

O favoritismo é inegável.

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Além do favoritismo, pesa nos ombros da seleção o incômodo jejum de títulos e a sina de vice-campeão nos últimos anos.

O Rio de Janeiro recebe pela terceira vez as finais e o BRASIL jamais foi campeão diante da torcida.

O maior ganhador da história do torneio com 9 títulos jogará sob pressão.

A esperança do BRASIL é Lucarelli, que terá que jogar por 2.

Os centrais Lucão e Isac estão em boa fase. Riad, contundido, seria uma boa opção.

Serginho pode fazer a diferença.

Wallace, dizem ser dúvida. Vissoto foi chamado novamente e Evandro deve ser titular.

Por essa Bernardinho não esperava. Nem Vissoto.

 

 

 

 

 

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