Skowronska é hoje a melhor estrangeira da Superliga. Fawcett, Kosheleva e Hooker ficam para trás.

Skowronska é hoje a melhor estrangeira da Superliga. Fawcett, Kosheleva e Hooker ficam para trás.

Bruno Voloch

19 de janeiro de 2019 | 08h53

Quem te viu, quem te vê.

Skowronska é hoje, em janeiro, a melhor estrangeira da Superliga. Foi impressionante a transformação da jogadora polonesa com a camisa de Barueri.

Nicole Fawcett e Tatiana Kosheleva ficaram para trás. Hooker então nem se fale, melhor nem comparar. A esforçada italiana Valentina Diouf também perde fácil.

Há quem apostasse que ela jamais seria a mesma, aquela que sob comando do mesmo José Roberto Guimarães brilhou nos tempos de Pesaro e Fenerbahçe.

Hoje, adaptada ao BRASIL, Skowronska nem de longe lembra a jogadora tímida e recheada de problemas físicos que desembarcou no país em outubro de 2017.

Mas é exatamente ela.

A polonesa atingiu o ápice da forma e livre dos problemas no joelho é hoje essencial ao time de Barueri.

É a principal responsável pela surpreendente campanha na Superliga deixando para trás os tradicionais Rio e Osasco e ocupando a terceira posição.

Aos 35 anos, Skowronska está vendendo saúde e fazendo a diferença em quadra. Contra Bauru, a polonesa novamente sobrou e foi fundamental na tranquila vitória por 3 a 0.