Só é vice quem chega a final, mas Praia Clube exagera na dose e conta não fecha

Só é vice quem chega a final, mas Praia Clube exagera na dose e conta não fecha

Bruno Voloch

02 de fevereiro de 2020 | 10h14

O Praia Clube foi novamente o que mais investiu na temporada.

Lidera com folga o orçamento. Não tem pena do dinheiro e gasta mesmo.

Mas nem sempre a coisa acontece.

O vice-campeonato da Copa Brasil para o Rio até poderia ser amenizado pela pouca valorização da competição, só que a questão é a sequência de derrotas em finais nesse torneio. Foi a terceira seguida e para diferentes adversários.

Osasco, Minas e agora o Rio.

O jejum incomoda, claro.

Não dá para dizer que o time tenha sentido a ausência da norte-americana Fawcett. A dominicana Martinez fez um partidaço. Pri Daroit, em tese a substituta, cumpriu bem seu papel. O mesmo não dá para afirmar de Fernanda Garay, que segue devendo.

Carol é inconstante.

Paulo Coco trocou as líberos, mas na final nenhuma delas foi bem.

A maneira como o time perdeu o terceiro set depois de abrir 9 a 2 é inaceitável para um grupo tão experiente e rodado. Se vencesse o set, como a coisa estava encaminhada, hoje a história seria outra.

A temporada do Praia, por enquanto, se resume a ganhar do Minas, exceção do Mundial, aquele que talvez, dependendo do ponto de vista, tenha sido o mais importante.

É muito vice para o tamanho do investimento.

 

 

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