Super 8 caiu como uma luva para Taubaté

Super 8 caiu como uma luva para Taubaté

Bruno Voloch

22 de outubro de 2020 | 08h50

O famigerado Super 8 não vale nada.

O torneio não classifica para nenhuma competição e serve apenas para pagar os compromissos com os patrocinadores que não foram entregues na temporada passada por causa da pandemia.

Só que para Taubaté a leitura não é mais essa.

O time se viu obrigado a mudar a maneira de enxergar o evento no Minas.

O Super 8, por causa da sequência, é a primeira oportunidade de apagar a má impressa deixada após a inacreditável e vergonhosa perda do estadual para Campinas.

Resultado que gerou enorme desconforto no grupo e entre aqueles que dirigem o vôlei na cidade.

E com toda razão, especialmente depois das informações que o preparador físico do time vetou a contratação de Evandro, conforme o blog antecipou. E os opostos não resolvem.

Weber continua rodando o time, usou Bruno como titular e poupou alguns jogadores na estreia contra Ribeirão, do competente Marcos Pacheco. Agiu bem. Primeiro porque o levantador foi contratado para resolver e fazer a diferença e segundo que ainda está conhecendo o elenco que recebeu das mãos de Renan.

Só que Weber precisa o quanto antes definir uma base e João Rafael não pode ser banco.

 

 

 

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