Superliga da Pizza: empresários são co-responsáveis no caso de Caramuru, caloteiro e convidado da CBV

Superliga da Pizza: empresários são co-responsáveis no caso de Caramuru, caloteiro e convidado da CBV

Bruno Voloch

22 de julho de 2020 | 09h46

Esqueça a CBV, Confederação Brasileira de Vôlei.

A entidade lavou as mãos e já deu demonstrações que vale tudo. E vale mesmo.

A questão envolvendo Caramuru, caloteiro-mor do BRASIL, passa pela passividade conhecida e vergonhosa daqueles que dirigem o vôlei brasileiro. Só que passa também pelos empresários.

É bom que se diga que existem exceções.

Boa parte entretanto empurra os atletas para esses clubes vagabundos sem se importar com as condições de trabalho e contratual dos jogadores. E quando a bomba estoura, é cada um por si.

O papel dessa gente agora seria boicotar o clube paranaense e não usar o time como se fora classificados de jornal.

Emprego não está fácil. Fato.

Mas do que adianta sair de casa, passar fome, não receber e trabalhar em condições sub-humanas. Sim, porque Caramuru, caloreito-mor, não é o único.

Segundo consta, Uberlândia, é outro que tem instalações precárias para os jogadores que chegam de fora.

Os empresários, nem todos, encaminham, pegam seus respectivos 5 ou 10% e ligam o dane-se. É assim. Por essas e outras que Caramuru e a CBV fazem o que bem entendem.

 

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: