Taubaté leva castigo do Cruzeiro e vê final contra o Sesi virar melhor de 3

Bruno Voloch

24 de abril de 2019 | 08h30

O Cruzeiro, atual campeão, mesmo sem entrar em quadra foi o grande protagonista do primeiro jogo da decisão da Superliga entre Sesi e Taubaté.

Rompida, não oficialmente com Taubaté, a diretoria Cruzeiro teria desistido de liberar o video check, de propriedade do clube mineiro.

A atitude seria uma espécie de retaliação ao comportamento dos profissionais de Taubaté que envolveram indiretamente o Cruzeiro em supostas negociações, já desmentidas pelo blog, quando os dois se cruzaram nas semifinais.

A CBV, Confederação Brasileira de Vôlei, sem verba para investir e comprar o equipamento, usa o video check emprestado para as finais tanto no feminino como no masculino. O dirigente da CBV escalado para o jogo teve que intervir e implorar para que o Cruzeiro desistisse da vingança. Para ser uma noção, as câmeras chegaram a ser retiradas do local. Depois de muita insistência e negociação, o vídeo check foi liberado mas acabou só funcionando quase no fim do segundo set e mesmo assim sem sua totalidade.

Apesar do clima tenso e pouco amistoso, Taubaté não pode reclamar da sorte. Perdeu na bola e para alívio da CBV sem grandes polêmicas em relação a arbitragem.

Jogo dominado pelo regular e eficiente Sesi que teve Alan e Gustavão como destaques. Renan fez de tudo do outro lado. Mexeu no que podia e no que não deveria.

A vitória deixa o Sesi em situação confortável. Taubaté tem obrigação de ganhar em casa no sábado. Caso contrário, a final que seria melhor de 5, vira melhor de 3.

 

 

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