Taubaté roda, roda, roda e não sai do lugar.

Taubaté roda, roda, roda e não sai do lugar.

Bruno Voloch

13 de fevereiro de 2019 | 07h51

O maior patrimônio de Taubaté, a torcida, desistiu do time.

Quando o Bolívar, da Argentina, ganhou o terceiro set e abriu 2 a 1, mais da metade do ginásio foi embora. Os que ficaram ainda viram a equipe esboçar reação no quarto set e tiveram o desprazer de assistir mais uma eliminação em casa no tie-break.

Fica evidente a cada derrota que Castellani está completamente perdido.

Não há qualquer sincronia entre ele e o grupo.

Taubaté roda, roda, roda e não sai do lugar.

Não existe esquema de jogo definido, estratégia ou algo semelhante. Time titular então não se fale. A obrigação de usar os compatriotas Uriarte e Conte derrubará o técnico mais cedo ou mais tarde.

Para o bem de Taubaté, se os dirigentes tivessem o mínimo de decência, o que não é o caso, a saída de Castellani seria ontem. É tão incrível quanto inaceitável a má vontade dele com determinados jogadores como Douglas Souza, por exemplo. Ele não pode ser jamais banco para Conte.

É a única forma de salvar a temporada. Caso contrário, a torcida não deve perder o precioso tempo acompanhando o time e o jogo de cartas marcadas.