Tifanny nega, por enquanto, que vá trocar vôlei pela política: ‘Só quando meu corpo não responder’.

Tifanny nega, por enquanto, que vá trocar vôlei pela política: ‘Só quando meu corpo não responder’.

Bruno Voloch

29 Junho 2018 | 08h27

O blog apurou que Tifanny, principal jogadora de Bauru, poderia estar trocando o vôlei pela política.

Ela não nega, mas deixa o futuro em aberto.

Tifanny entretanto deixa claro nessa conversa com o blog que o vôlei continua sendo sua prioridade:

‘O vôlei é meu trabalho e só vou parar quando meu corpo não responder mais. Amo meu esporte. O vôlei sempre foi e sempre será prioridade’.

A possibilidade de defender determinadas causas porém divide a primeira atleta transexual do esporte no país.

‘Eu também preciso e posso ajuda no futuro outras pessoas e a política poderia ser o caminho. Me tornei uma pessoa pública e tenho minhas obrigações. Eu nunca sofri preconceito de forma direta e espero continuar assim’.

Tiffany era cotada para ser convocada para a seleção e ela explica como reagiu ao não ser chamada por José Roberto Guimarães:

‘Não fiquei decepcionada. Cada coisa tem seu tempo. Vou seguir fazendo meu trabalho da melhor forma e pensando no Sesi/Bauru porque que temos uma missão muito importante nessa temporada’.

A jogadora disse que teve pouco contato com a nova comissão técnica, enalteceu o elenco e acha que Bauru está entre os favoritos ao título da Superliga:

‘O elenco é bem forte, Bauru formou uma equipe muito competitiva e esperamos ter bons resultados. Eu tive pouco contato com o Anderson pois ele está com as seleções de base. Acredito muito no trabalho dele.