Um pouco de futebol não faria mal ao vôlei do Fluminense

Um pouco de futebol não faria mal ao vôlei do Fluminense

Bruno Voloch

13 Fevereiro 2019 | 08h23

O competentíssimo Paulo Angioni, diretor executivo de futebol do Fluminense, poderia dar uma olhada no vôlei do clube e emprestar seu vasto conhecimento no esporte por um dia que fosse.

Um jogo talvez.

Seria suficiente para concluir que Hilmer Dias não tem a menor condição de continuar dirigindo o time.

A derrota para o Rio por 3 a 0, a décima na Superliga, era mais do que previsível. E o ponto não é esse. Ainda que tenha sido montado para chegar apenas aos playoffs, condição essa fica ameaçada a cada rodada que passa, o Fluminense não pode jogar tão mal.

Hilmer montou o elenco e é sim o responsável pela pífia campanha. O time é um bando em quadra, perdido, desmotivado, sem qualquer tática definida ou estratégia que seja, o que fica gritante a cada pedido de tempo do treinador.

Repare o semblante das atletas, constrangidas, ouvindo as ‘instruções’ do técnico, foto essa registrada na penúltima derrota também por 3 a 0 para o Minas em Belo Horizonte.

Jogadoras como Pri Daroit, Joycinha e Letícia mereciam coisa melhor.

Segundo consta, Hilmer é um dos donos do projeto. Nesse caso, o torcedor não deve se iludir e criar grandes expectativas. Como o sistema não é profissional e não existe cobrança por resultado, nada acontecerá.

Fato é que por muito menos, o técnico já teria caído faz tempo no futebol.