Vice de novo: a sina do Flamengo no vôlei

Vice de novo: a sina do Flamengo no vôlei

Bruno Voloch

07 de novembro de 2020 | 10h42

Qualquer semelhança não é mera coincidência.

Dois vices em uma semana é algo raro. O Flamengo porém quebrou a regra e para o mesmo adversário.

O Praia Clube é o algoz rubro-negro nesse início de temporada. Venceu o Super 8 em Saquarema e a Supercopa em Campo Grande.

Resultados que causam trazem preocupação, além claro da enorme frustração, afinal se esperava mais da parceria. A marca Flamengo, é bom que a comissão técnica tenha essa leitura, traz um peso diferente e a sina que o rival Vasco carrega no futebol pode gerar desconforto se as comparações inevitáveis surgirem.

Os responsáveis erraram no planejamento. Contra fatos não há argumentos. O Flamengo sofre com jogadoras lesionadas. A líbero Camila Gomez chegou e já foi para o departamento médico.

A parte física é ruim. E não é de hoje.

O que se vê em quadra é um time inseguro, passando pela ótima Fabíola, e remendado. Para ser ter uma noção, Drussyla, a melhor atacante, teve que ser improvisada.

Amanda, capitã, é solução contra os pequenos.

Lorenne não comprometeu em Campo Grande, mas ainda não é a jogadora que encantou em Barueri.

Valquíria poderia ser usada, mas inexplicavelmente faz turismo no Rio. Ana Cristina é promessa. Pode resolver na frente, mas entrega atrás.

No grito, e nem no desafio, não se ganha mais. Árbitros e adversários aprenderam.

Para salvar a temporada, o Flamengo precisa reconhecer as deficiências técnicas, zerar algumas peças fisicamente e reavaliar os métodos usados internamente.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências: