A evolução do escudo

Estadão

17 de fevereiro de 2010 | 13h43

De um desenho improvisado para a inscrição na Liga Paulista, em 1913, o distintivo evoluiu até incorporar as estrelas dos Brasileiros e do Mundial

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SÃO PAULO – O maior símbolo de um clube é, sem dúvida, seu escudo. E no Corinthians, fazendo jus à sua história de constantes transformações, essa imagem já foi bastante diferente daquela que hoje o clube ostenta em sua camisa de jogo.

Da fundação do clube, em 1910, até 1913, o time alvinegro jogou com uniformes na cor bege sem nenhum distintivo. E o primeiro escudo foi feito às pressas. Para obter a inscrição na Liga Paulista de 1913, era preciso que os jogadores tivessem no seu uniforme uma imagem que fosse associada ao clube que representavam.

Surgiram então as letras C e P, que, sobrepostas, faziam alusão a Corinthians Paulista. O símbolo foi usado até 1914, em dois amistosos contra o Torino, da Itália.

Até 1919, as letras se destacavam no escudo. Naquele ano, o nome do clube foi colocado por extenso ao redor da bandeira paulista. Em 1940, o escudo ganhou a âncora e os remos em homenagem aos esportes náuticos. É assim até hoje.

Em 1990, com o inédito título brasileiro, surgiu a primeira estrela. Em 1998 e 1999, outras duas foram adicionadas. Em 2000, com o título mundial, a quarta estrela foi colocada e a quinta veio em 2005, com o tetra brasileiro. Tem espaço para mais uma da Libertadores?

Texto publicado no ‘Jornal da Tarde’ de 14/1/2010, em caderno especial

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