Os apelidos do Corinthians

Estadão

30 de setembro de 2009 | 16h00

O nome é Sport Club Corinthians Paulista, mas como é tradição cultural também existem os apelidos. Os positivos, carinhosos (como Timão e Mosqueteiro) e os depreciativos, cunhados pelos adversários (como galinha preta e gambá). As origens dos que são favoráveis ao time, segundo o Almanaque do Timão, de Celso Unzelte.

Mosqueteiro – São duas versões. A mais antiga, após ter vencido os “três mosqueteiros” do futebol paulista no ano de 1913 (Americano, Germânia e Internacional) – o Corinthians seria o quarto. A outra versão é de 1929, após vencer o Barracas, da Argentina, conquistando sua primeira vitória internacional, sendo ressaltado nos jornais que o time venceu por sua “fibra de mosqueteiro”.

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Os mosqueteiros usados como mascote ao longo do tempo, com o primeiro e o terceiro tendo sido desenhados pelo cartunista Ziraldo

Timão – A versão popular é a alusão ao escudo, que lembraria o timão de um navio. O apelido só aparece nos jornais em 1966 quando o presidente Wadih Helu contratou Garrincha e outros, formando um “timão”.

São Jorge – Em alusão ao santo padroeiro do time alvinegro.

Charuto – Símbolo dos anos 50, época em que torcedores comemoravam as vitórias acendendo charutos no estádio.

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