Um corintiano nas pistas

Estadão

15 de outubro de 2009 | 03h04

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Desde que começou a aparecer no mundo da Fórmula 1, em 1993, Rubens Barrichello nunca negou sua paixão pelo mesmo time que o ídolo Ayrton Senna levava no peito: o Corinthians.

No entanto, neste ano, a relação de Rubinho com o clube do Parque São Jorge está ainda mais próxima. Antes de algumas provas do Mundial, ele foi fotografado com o uniforme da equipe. E acredita que a camisa está funcionando como um amuleto da sorte.

“Na Austrália [primeira corrida da temporada] fui com a camisa e desde então ficou essa coisa de dar sorte. O apoio não vem só do corintiano. O torcedor sabe sou brasileiro acima de tudo. Pensei que as outras torcidas poderiam fica chateadas, mas recebo muitas mensagens dizendo que o clube não importa”, afirma o piloto.

A Batavo, patrocinadora do Corinthians, gostou da ideia e resolveu aumentar a exposição da marca. No GP do Brasil deste domingo, ele utilizará o logotipo da empresa no capacete.

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