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Água antes, durante e depois

andreavelar

30 de janeiro de 2011 | 01h13

Por esses dias São Paulo e Rio de Janeiro registraram novos recordes de temperatura. Os paulistanos enfrentaram 33,1º C enquanto os cariocas torraram debaixo de 41,4º C, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e o Climatempo, respectivamente. Aos corredores, e não só dessas duas capitais, água é sem dúvida o melhor remédio. E não se trata só daquele gole depois do treino. A hidratação deve começar antes mesmo da atividade física em si.

O esforço da corrida faz com que os músculos produzam grande quantidade de calor, dispersado no meio ambiente. O trabalho é para que não haja um aumento da temperatura corpórea – a sudorese é quem comanda esse processo. Bem por isso, um copo d´água nos punhos pode também ajudar nesse processo – só não cabe o enorme desperdício de metade dele jogado no chão, como a gente cansa de ver em provas de rua.

Mas esses líquidos perdidos pelo organismo precisam ser repostos para que não aconteça um desequilíbrio e, consequentemente, problemas de saúde.

Para corrida de até cinco quilômetros é aceitável correr sem parar para tomar água. Mas o processo de hidratação pode começar com um copo cerca de duas horas antes do exercício, garantem os especialistas. Durante o treino, existe uma conta para 125 ml a 500 ml em intervalos de 20 minutos. A fórmula é válida desde que não ocupe demais a cabeça do corredor e vire uma paranóia sem fim. Basta lembrar de não esperar ter sede para se hidratar.

Já em casa, a balança pode ajudar a medir o suor perdido. O trato é que o volume consumido deve ser o dobro do jogado fora. Mas também não é preciso papel e caneta para o rigor das contas. A ingestão de frutas, legumes e verduras, além de 2 litros d´água ao longo do dia já estão de bom tamanho. Observar a cor da urina (o melhor é uma urina clara) também deve estar entre a rotina nestes tempos em que o aquecimento global é inegável.

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