Banho de mar depois da corrida
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Banho de mar depois da corrida

andreavelar

08 de fevereiro de 2011 | 13h31

Os 8 quilômetros da Corrida Molico pelo Planeta terminaram nas areias da praia da Enseada, no Guarujá. O belo visual aliado aos 32ºC também eram mais do que convidativos para um delicioso banho de mar após o esforço.

Mas correr na areia gera algumas preocupações. A primeira delas é quanto as praias de tombo – não é o caso do litoral sul de São Paulo. Devido à repetição, os traumas mais comuns são tendinite patelar, tendinite de aquiles, inflamação nas articulações e até problemas na coluna.

Por isso, o ideal é correr em locais em que a areia é firme e o deslocamento é facilitado. O ir e voltar, de uma ponta a outra da praia, não causa compensação. Pelo contrário, causa problema tanto na ida quanto na volta.

O tênis também é fundamental para essa pratica esportiva. Ele protege os pés da areia quente, conchas, pedras e, nos últimos tempos, do lixo deixado por banhistas descuidados. Protetor solar e muita água também são bem recomendados. Depois de tudo isso, claro, banho de mar.

Porém. A única ressalva da Corrida pelo Planeta era a obrigatoriedade do uso da camiseta que estava no kit do atleta. Todos iguaizinhos pode até ficar mais bonito na foto e ser melhor para os patrocinadores, mas é orquestrar demais a reação do público. Não precisa disso. Os corredores naturalmente usam a camiseta. E como ficam aquelas moças que compraram um modelito só para desfilar nos oito quilômetros? E nos quatro quilômetros finais na areia?! Ninguém foi impedido de correr, mas não deixou de ser um pecado da organização.

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