Para entender o Nike Zoom
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Para entender o Nike Zoom

Alessandro Lucchetti

30 de setembro de 2014 | 16h25

 

 

 

A Nike proporcionou, no último sábado, uma oportunidade para jornalistas especializados no segmento de corridas de rua entenderem como funciona o sistema de amortecimento Zoom Air 2014, que equipa quatro modelos: Pegasus 31, Structure 18, Vomero 9 e Terra Kiger 2.

O evento foi realizado na Casa das Caldeiras, um edifício fabril da década de 20 que fazia parte das Indústrias Reunidas Francisco Matarazzo. Dentro do prédio de alvenaria de tijolos, os corredores e pseudocorredores realizaram teste de pisada, saltaram e deram tiros numa pista de 60 metros. Tudo para entender o funcionamento do sistema de amortecimeto de resposta rápida.

A nova versão do implemento foi desenvolvida com base em testes e impressões feitas por um time de atletas capitaneado pelo já lendário Mo Farah, fundista britânico nascido na Somália que conquistou o ouro olímpico em Londres nos 5.000m e nos 10.000m.

Habitualmente econômico com as palavras, o duas vezes campeão da Maratona de Nova York Marilson Gomes dos Santos foi enfático nos elogios à nova versão do Air Zoom Pegasus, o seu modelo favorito da marca que o patrocina. “Hoje em dia os tênis de corrida estão em outro patamar, oferecem amortecimento, estabilidade e leveza.  A tecnologia dos produtos para corrida fez com que minhas marcas evoluíssem”, diz o corredor brasiliense, que utiliza os Pegasus para realizar treinos de rodagem.

O Zoom Air é formado por fibras elásticas esticadas dentro de uma unidade Nike Air pressurizada. O impacto da pisada causa um impacto que provoca tensão nas fibras, que voltam ao seu estado original, proporcionando maior propulsão.

 

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