Todos por Daniel

Todos por Daniel

SILVIA HERRERA

22 de março de 2018 | 09h51

Daniel Henrique Sab, fundista de 27 anos que vive em Garanhuns (PE), precisa de todos nós. Ele foi alvejado ao sair de uma festa, perdeu todos os movimentos da cintura para baixo e precisa de recursos para seu tratamento. #TODOSPORDANIEL #BlogCorridaParaTodos

Ele é atleta da equipe do Atletismo do Cruzeiro Esporte Clubel. Seu técnico Adejildo Mendes (Bingo) explicou ao telefone, que Daniel estava saindo da festa de Emancipação Política no município de Brejão, quando um carro parou, abriram a porta e um homem sentado no banco de trás atirou à queima roupa. A bala atingiu a lombar e ele corre risco de ficar paraplégico para sempre. Isso foi em 2 de março.

Os amigos e o técnico do corredor iniciaram uma campanha solidária para ajudar Daniel. A situação do atleta é crítica e toda ajuda é bem vinda. Os amigos do atleta criaram a campanha  #TODOSPORDANIEL com o objetivo de arrecadar doações, alimentos e fraldas geriátricas tamanho “M”. Daniel é casado e tem dois filhos. As doações podem ser feitas na poupança do Daniel H A Sab (Banco Santander – agência 4066, conta 60002947-4). Quem puder doar de alimentos e outros, por favor, entrar em contato com Bingo, what’sapp  (87) 99622-7011.

Outra forma de ajudar é contribuindo para a vaquinha virtual – aqui neste link: https://goo.gl/TFo8nt

O caso está sendo investigado pela polícia e ainda não foi divulgado nada sobre o suspeito de ter feito os disparos. Daniel foi socorrido pelo SAMU do Hospital Regional Dom Moura, em seguida, direcionado para outra unidade e de onde encaminharam para o Hospital da Restauração em Recife. Então, o rapaz foi submetido a uma cirurgia.

Segundo laudos médicos, uma das balas está alojada na região lombar e, como consequência, causou paralisia de suas pernas. Não foi recomendado a extração desta bala para não prejudicar outros movimentos de membros superiores e até da cabeça. O caso vem sendo divulgado em mídias sociais de amigos do atleta e centenas de outros atletas e transformou numa corrente de solidariedade. Muito obrigada a Humberto Alitto, que me ajudou na apuração dessa história.

 

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