“I Am Bolt”

“I Am Bolt”

SILVIA HERRERA

19 de dezembro de 2016 | 11h16

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Durante um ano, Usain Bolt foi acompanhado pela equipe dos documentaristas Benjamin Turner e Gabe Turner, inclusive na Rio 2016, o que resultou em um filme de 1h47. O objetivo do ícone do atletismo com “I Am Bolt”  é mostrar para os fãs que não é nada fácil chegar ao topo e ainda mais difícil se manter no local mais alto do pódio por tanto tempo.

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Isso que é presente de Natal! Em 28 de novembro chegaram aos cinemas europeus esse documentário de tirar o fôlego, que mostra o dia a dia suado e também divertido do homem mais rápido do planeta. O filme ainda não tem data prevista para estrear no Brasil, mas pode ser comprado em 24 países, via site oficial, alugado no Netflix por US$ 4,99 ou baixado no iTunes por US$ 14,99.

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Aliás, Bolt queria ser mesmo é jogador de críquete. Aos 12 era alucinados por games, aos 17 descobriu o junk food do Burger King e as baladas. Mas quem tem como treinador Glen Mills há doze anos entra na linha rapidinho. Foi o que aconteceu. Dezoito meses antes da Olimpíada de Pequim, Mills deu uma dura daquelas em Bolt. “Para você dar certo na vida tem que querer ser algo, a chave para o sucesso é querer”. Bolt entendeu o recado, queria dar a primeira máquina de lavar roupas para mãe. Deu certo, voltou de Pequim com o dinheiro, três medalhas de ouro e quebrou dois recordes. Isso depois de comer mil nugets na capital da China. Aliás, a gula é uma das brigas constantes de Mills com Bolt, que ameaçou até não vir ao Rio se o homem mais rápido do mundo não parasse de comer tranqueiras e entrasse em forma.

Broncas e conselhos a parte, o documentário mostra como é a vida de Bolt na Jamaica, suando muito nos treinos, se divertindo com os amigos, no convívio com os pais. Para Bolt, parte desse sucesso todo é ter decidido permanecer sempre na Jamaica, recusando vários convites para treinar nos EUA, onde seria apenas mais um jamaicano tentando a sorte. Em seu país é um estrela, todos o respeitam.

Inspiração total para todos os corredores, o doc teve premier em Londres, quando foi publicada uma super entrevista no “The Guardian”. O repórter foi à Jamaica entrevistá-lo e começa perguntando o que Bolt não gosta nele mesmo. A resposta: o cabelo. Talvez essa seja a razão do poster do filme ter “cortado” o cabelo dele.

Clique aqui para ver o trailer oficial.

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