O dicionário de Magnano

Estadão

28 de outubro de 2011 | 15h09

O técnico da Seleção Brasileira masculina de basquete, Rubén Magnano, tinha uma explicação preparada para justificar a derrota para os Estados Unidos, por 88 a 77, na noite desta quinta-feira. “O único lugar em que a palavra êxito vem antes de trabalho é no dicionário”.

De fato, houve uma quebra de braço entre os jogadores que queriam servir à Seleção e os clubes. Há dois campeonatos importantes em pleno andamento: o NBB e o Campeonato Paulista. E assim que Marcelinho, do Flamengo, retornar ao Brasil, já vai se envolver na disputa da Liga Sul-Americana. “Esta seleção é formada pelos atletas que brigaram com os seus clubes”.

O Brasil chegou a liderar por 17 pontos, mas os EUA, valendo-se de sua força física, apertaram a marcação e a vantagem desmoronou em pouco tempo. A Seleção falhou demais nos arremessos, e insistiu muito nos tiros de longa distância. “Fico muito incomodado. Quando a bola não cai, temos que defender, e não fizeram isso”, disse Magnano.

Nesta sexta-feira, a partir das 16h (de Brasília), o Brasi joga sua sorte contra a República Dominicana.

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