Às 2 horas da manhã o paddock estava lotado

liviooricchio

26 de setembro de 2008 | 18h46

26/IX/08
Livio Oricchio, de Cingapura

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Horário da reunião dos pilotos com a direção de prova, ontem: 1 da manhã. Horário que terminou o encontro: uma hora depois. Horário que conversaram com a imprensa: em seguida à reunião, ou seja, às 2h20 o paddock estava cheio, com rodinhas para todos os lados, como se fosse à tarde na Europa.

Ainda ontem havia quem reclamasse, muito, do difícil acesso ao paddock do circuito. Os organizadores do GP de Cingapura pensaram em quase tudo, menos em sinalizar melhor como se deslocar, o que é um tanto complexo em meio a edifícios, shopping centers, viadutos, rio concentrado na área da pista. Sempre há uma cerca no caminho.

O líder do campeonato, Lewis Hamilton, definiu numa frase o que pensa do circuito Marina Bay, de Cingapura: “Uma volta aqui equivale a duas em Mônaco”. Para ele, especialista em corridas de rua, o desafio de pilotar nos 5.067 metros da nova pista é muito maior se comparado ao do principado. “Você precisa trabalhar muito mais para conseguir uma boa volta, é exigente fisicamente.”

“Largar na frente será fundamental porque não vejo como ultrapassar nesse traçado”, disse, ontem, Fernando Alonso. “Mas depois dos dois treinos livres estou convencido de que a corrida terá vários safety cars e as condições da prova vão mudar toda hora.” Será daquelas corridas cujo vencedor será conhecido, provavelmente, apenas nas voltas finais, prevê.

O GP de Cingapura é o 800º da história da Fórmula 1. O 100º foi o GP da Alemanha de 1961, o 200º, o GP de Mônaco de 1971, o 300º, o GP da África do Sul de 1978, o 400º, o GP da Áustria de 1984, o 500º, o GP da Austrália de 1990, o 600º, o GP da Argentina de 1997 e o 700º, o GP do Brasil de 2003.

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