Até breve, amigos!

liviooricchio

26 de outubro de 2013 | 08h47

26/X/13

Olá amigos.

Diante das recentes dificuldades que tenho enfrentado no blog, estou interrompendo meus trabalhos até que chegue ao Brasil e junto com os responsáveis encontremos uma solução definitiva para os problemas. As mudanças no gerenciamento do blog me deixaram sem saber ao certo como agir. Espero estar na redação do Estadão logo depois do GP de Abu Dabi, dia 3 de novembro.

Não posso, por exemplo, responder os comentários, como gosto e considero importante, daí, essencialmente, dar uma parada no blog.

Li os últimos comentários sobre o post em que o staff de Felipe Massa desmente ter assinado contrato com a Williams. O que não quer dizer que não venha a ser piloto do time inglês. Nesse momento não é. E seus caminhos podem ainda ser Lotus, Force Índia e Sauber.

Li também alguns comentários agressivos por causa do último post. E não entendi. Apenas reproduzi o que o grupo que empresaria Massa afirmou. E disseram não apreciar essas notícias por atrapalharem as negociações. Não sabia a origem no Brasil até ler os comentários.

Pelo que compreendi de alguns comentários, eu estava desmentindo a notícia. Recomendo a esses comentaristas relerem o que está escrito no post. Aliás, esse é um dos lados frustrantes de se ter um blog. Não poucos leem o que desejam e não o que está escrito.

Citaram até o caso de Interlagos. Quem disse que o Brasil estaria fora do calendário da Fórmula 1 se Interlagos não fosse reformado foi Bernie Ecclestone, em entrevista exclusiva ao Estadão. Não eu. O dirigente recebe poucos grupos editoriais no seu escritório para mais de meia hora de conversa.

E foi graças a ameaça de Ecclestone, transcrita pelo Estadão, que a Prefeitura de São Paulo confirmou a reforma de Interlagos, garantindo o Brasil no Mundial. O prefeito viu que gasta de um lado mas recebe bem mais do outro. Em outras palavras, a Fórmula 1 é um bom negócio para a cidade.

Voltando ao futuro de Massa.Voei de Nice para Frankfurt e de lá para Seul, há algumas semanas, com Felipe Massa e Galvão Bueno. Nos lounges da Lufthansa conversamos bastante. Disse a Massa que se pudesse sugerir algo, dentre as opções Sauber, Force Índia e Williams, prováveis caminhos para ele, embora não haja nenhuma garantia, ainda, que lá vá estar, seria a Williams.

A possibilidade de crescimento provém da mudança radical de regulamento associada a sua reestruturação técnica. O resultado pode até nem ser o esperado, mas no papel as chances de a Williams responder de forma eficiente ao imenso desafio de engenharia em 2014 são elevadas. Já tive a oportunidade de visitar sua sede, mais de uma vez. Tem estrutura de time grande. E isso tende a contar muito em 2014.

Por isso, em primeiro lugar, torço para que o negócio com a Williams dê certo. Pastor Maldonado precisa sair de lá para dar espaço para Massa. Valtteri Bottas, empresariado por Toto Wolff, sócio da Williams e sócio e diretor da Mercedes, o garante lá. Não é obra do acaso a troca de motor da Williams, do Renault para o Mercedes. Massa entraria na vaga de Maldonado.

Nos encontramos aqui de novo quando eu dominar todos os novos procedimentos do blog e as coisas estiverem funcionando perfeitamente. Combinado?

Abraços!

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