Notas do GP da Bélgica

liviooricchio

29 de agosto de 2011 | 15h04

 28/VIII/11

  Livio Oricchio, de Spa 

 Lewis Hamilton, da McLaren, ultrapassou Kamui Kobayashi na 13.ª volta, na freada da grande reta. Mas deslocou o carro para a esquerda a fim de tomar a curva seguinte sem considerar que parte da Sauber do japonês ocupava ainda aquele espaço. O choque o lançou no guardrail. “Perdi a chance de terminar no pódio”, disse.

  Sábado Hamilton bateu rodas com Pastor Maldonado, da Williams, na classificação. Injustamente, apenas o venezuelano perdeu cinco colocações no grid. Curiosamente, Hamilton já declarou sentir-se “perseguido”, mas os dois episódios na Bélgica tiveram sua responsabilidade também.

  A associação das equipes decidiu em reunião, ontem, voltar a realizar testes durante a temporada. Serão três dias no circuito de Mugello, Itália, de propriedade da Ferrari, de 1 a 3 de maio, antes das provas na Europa. A pré-temporada será assim: de 7 a 11 de fevereiro, em Jerez de la Frontera, na Espanha, de 21 a 24 em Barcelona, e de 1 a 4 de março em Barcelona, também. O campeonato vai começar dia 18 de março na Austrália.

  A equipe Renault distribuiu comunicado para informar que Robert Kubica, seu piloto, foi submetido, ontem na Itália, a uma cirurgia no cotovelo direito, bastante afetado no acidente de rali sofrido pelo polonês em fevereiro. Era o último obstáculo para voltar a tentar recuperar os movimentos necessários à pilotagem.

  Um tabu foi quebrado ontem no GP da Bélgica. Desde 1998 uma equipe que não fosse Ferrari ou McLaren não vencia a corrida no circuito Spa-Francorchamps. Em 1998 ganhou Damom Hill, com Jordan. Depois disso, venceram David Coulthard (1999), Mika Hakkinen (2000), Kimi Raikkonen (2004, 2005) e Lewis Hamilton (2010), McLaren. Michael Schumacher (2001, 2002), Kimi Raikkonen (2007, 2009) e Felipe Massa (2008), com Ferrari.

 

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