Notas do GP da Europa

liviooricchio

24 de agosto de 2008 | 17h07

24/VIII/08
Livio Oricchio, de Valência

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Tanto Nelsinho Piquet, da Renault, quanto Rubens Barrichello, Honda, sabiam antes da largada que apenas uma combinação feliz, do tipo parar nos boxes no momento certo da entrada do safety car na pista, lhes daria um bom resultado, ontem. Como não aconteceu, receberam a bandeirada mais ou menos onde largaram: Nelsinho foi 11º (15º no grid) e Rubinho, 16º (saiu dos boxes).

As dez equipes treinam de amanhã até sexta-feira em Monza, Itália, em preparação para duas das provas mais velozes do calendário, o GP da Bélgica, dia 7, e da Itália, 14.

No início da noite a assessoria de imprensa da Ferrari divulgou a causa da explosão do motor de Kimi Raikkonen: a quebra de uma biela, produzida pela empresa austríaca Pankl. A peça fazia parte do lote que gerou o abandono de Felipe Massa no GP da Hungria, dia 3. O regulamento exige que o motor resista a duas corridas. E a de ontem era a segunda do motor de Raikkonen. No carro de Massa, ontem, as bielas já pertenciam a outro lote.

O GP da Europa teve dois destaques, além do eficiente trabalho de Felipe Massa: Sebastian Vettel, sexto com a Toro Rosso, e Timo Glock, da Toyota, sétimo. Vettel andou no ritmo da Toyota, quinta com Jarno Trulli também, uma novidade para o time metade italiano metade austríaco. Glock, como na Hungria, quando chegou em segundo, fez bom trabalho ontem por ter largado em 13º.

Lucas Di Grassi venceu, ontem, a 16ª etapa da GP2, em Valência. Já havia sido primeiro na Hungria. Na prova de sábado na Espanha ficou em quarto. Esses resultados o levaram a reduzir a diferença para os líderes, Giorgio Pantano, 70, e Bruno Senna, 58 – tem 51 -, embora não tenha disputado as seis primeiras corridas do ano. Bruno não marcou pontos ontem. Já Diego Nunes fez bom quinto lugar, Carlos Iaconelli foi 12º e Alberto Valério, 13º.
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