Árbitra Andreia Regina vai apitar EUA e Irã no basquete masculino e faz história em Tóquio
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Árbitra Andreia Regina vai apitar EUA e Irã no basquete masculino e faz história em Tóquio

Brasileira será a primeira a trabalhar em um jogo do naipe nos Jogos Olímpicos

Marcius Azevedo

27 de julho de 2021 | 07h44

A história está sendo escrita pela arbitragem do Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio. Andreia Regina Silva, 41 anos, vai se tornar a primeira mulher a apitar uma partida do torneio masculino nesta quarta-feira, dia 28, às 1h40 (horário de Brasília). Ela foi escolhida para atuar ao lado de Antonio Conde (Espanha) e Yohan Rosso (França) no jogo entre Estados Unidos e Irã.

Andreia é apenas a terceira árbitra brasileira de basquete em uma Olimpíada. Tatiana Steigerwald foi a Atenas-2004 e Fátima da Silva trabalhou em Pequim-2008, mas, nenhuma delas, trabalhou em uma partida do torneio masculino.


Andreia Regina Silva vai apitar EUA x Irã no masculino. Foto: Divulgação/ASE.

A trajetória de superação da árbitra até Tóquio foi contada pelo Estadão no dia 24 de abril, em reportagem com o título: “A menina foi parar na TV e vai apitar em Tóquio; conheça a árbitra Andreia Regina Silva”. Leia clicando no link.

A brasileira foi a primeira mulher a ter a licença black da Federação Internacional de Basquete, em 2018, que permite apitar qualquer partida da modalidade.

Nos Jogos Olímpicos de Tóquio, Andreia já fez sua estreia. Ela foi selecionada para apitar logo o primeiro jogo do torneio feminino. A brasileira trabalhou com Ferdinand Pascual (Filipinas) e Kingsley Ojeaburu (Nigéria) na vitória da Espanha diante da Coreia do Sul por 73 a 69.

Andreia é uma das oito árbitras selecionadas para trabalhar em Tóquio. A lista é formada por Maripier Malo (Canadá), Amy Bonner (EUA) e Viola Gyorgy (Noruega), Virginia Perughini (Argentina), Ozlem Yalman (Turquia), Andrada Csender e Maj Forsberg (ambas da Dinamarca), além, claro, da brasileira.

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