As possibilidades são boas para o basquete brasileiro ir a Tóquio
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As possibilidades são boas para o basquete brasileiro ir a Tóquio

Feminino terá jogo decisivo com Porto Rico; masculino caiu no melhor grupo possível 

Marcius Azevedo

27 de novembro de 2019 | 14h29

Primeiramente é necessário dizer: homens e mulheres têm totais condições de se classificarem para os Jogos Olímpicos de Tóquio. Será fácil? Certamente não.

A missão da seleção do técnico José Neto é um pouco menos complicada. Apesar de cair em um grupo difícil, com França (dona da casa) e Austrália, atual vice-campeã do mundo, o Brasil faz contra Porto Rico o confronto para carimbar o passaporte, já que três equipes se classificam no grupo.


Petrovic e José Neto aprovaram o resultado do sorteio. Foto: CBB

O Brasil enfrentou duas vezes Porto Rico recentemente, com duas boas vitórias: 64 a 58 na campanha do ouro nos Jogos Pan-Americanos de Lima, em agosto, e 95 a 66 na Copa América, em setembro, na casa das porto-riquenhas, na disputa pelo bronze.

Por isso, há uma enorme chance de o Brasil se classificar. Basta repetir o que tem feito em quadra desde que José Neto assumiu o time.

A caminhada do masculino é um pouco mais espinhosa, mas o sorteio animou o técnico Aleksandar Petrovic. A seleção brasileira escapou da ‘missão impossível’ Sérvia, como definiu o próprio treinador, e caiu com o cabeça de chave menos forte. Os outros são Canadá e Lituânia.

Na configuração do sorteio, com dois grupos de três equipes por sede, o Brasil tem de passar pela Tunísia e pode até perder da Croácia para avançar à semifinal. Nesta fase deve ter Alemanha ou Rússia pela frente (o México é o terceiro time da chave) e, se passar, define diante da Croácia, em um jogo possível de se ganhar.

Agora é focar na preparação. O pré-olímpico feminino será jogado entre os dias 6 e 9 de fevereiro. Já o masculino acontece entre 23 a 28 de junho.

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