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CBB acerta ao colocar Zanon no comando da seleção feminina

Marcius Azevedo

28 de março de 2013 | 13h12

A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) confirmou na manhã desta quinta-feira que Luiz Zanon é o novo técnico da seleção feminina, ocupando o lugar que foi de Luiz Cláudio Tarallo, que teve o contrato encerrado em dezembro.

Ponto positivo para o diretor técnico Vanderlei Mazzuchini, escolhido para iniciar uma reformulação no departamento. Depois de muito tempo, o Brasil terá, enfim, um treinador que pode fazer um trabalho consistente no início do ciclo olímpico para 2016.

Zanon, que tem passagem positiva pelo Limeira, quando foi campeão paulista masculino em 2008, faz um excelente trabalho com o time feminino de Americano desde 2009, com três títulos no currículo – dois paulistas e um brasileiro. Inclusive disputa neste sábado o primeiro jogo da decisão da Liga Feminina de Basquete contra o Sport.

“Temos um trabalho árduo pela frente e todas as condições para colocar novamente o Brasil entre os quatro melhores do mundo. É um desafio que vamos conseguir vencer”, afirmou Zanon, em entrevista ao site oficial da CBB.

Além do Campeonato Sul-Americano, no mês de junho, a seleção tem como principal objetivo neste ano conquistar uma vaga para o Campeonato Mundial da Turquia, em 2014, pela Copa América do México, em setembro.

O treinador promete trazer para o seu grupo as melhores jogadores e que não medirá esforços para contar com força máxima em todos os torneios.

“Na minha forma de trabalhar, vou sempre convocar e contar com as melhores jogadoras em atividade, sejam elas as mais experientes ou as com menos bagagem internacional. Não abro mão de ninguém. Vamos mesclar as gerações para sempre termos um time forte e competitivo. O importante é pensar e trabalhar em prol do basquete feminino brasileiro”, comentou Zanon, que será apresentado oficialmente pela CBB apenas após o fim da LBF.

O que não ficou claro é se ele vai continuar o seu trabalho em Americana. Eu não vejo problema, desde que o trabalho no clube não interfira na seleção.

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