CBB e ATBB lançam o ‘Cadastro Nacional de Técnicos’ para mapear profissionais de basquete
As informações e opiniões formadas neste blog são de responsabilidade única do autor.

CBB e ATBB lançam o ‘Cadastro Nacional de Técnicos’ para mapear profissionais de basquete

Objetivo do projeto é conhecer detalhadamente o trabalho realizado pelo Brasil

Marcius Azevedo

07 de junho de 2021 | 18h04

A Confederação Brasileira de Basketball e a Associação dos Técnicos de Basquete do Brasil lançaram ‘Cadastro Nacional de Técnicos’, uma ferramenta com o objetivo de mapear todos os profissionais que trabalham com a modalidade no País.

O cadastro é gratuito e pode ser feito pela página atbb.fanbase.com.br.

O objetivo do projeto é conhecer detalhadamente todos os técnicos do basquete nacional, da base ao alto rendimento, passando também por escolas e projetos sociais. Através deste mapa, do Sul ao Norte do Brasil, a CBB e a ATBB irão trabalhar para ampliar a oferta de cursos e possibilidades de estudo e crescimento profissional para todos esses treinadores.

“Esse é mais um passo do basquete brasileiro para aproximar ainda mais todo o ecossistema e para que possamos trabalhar o basquete como um todo, em todas as suas vertentes. Esse cadastro é fundamental para que possamos conhecer todos esses treinadores, suas realidades, dificuldades, para que assim possamos trabalhar o oferta de cursos e de conhecimento para esses profissionais”, afirmou o presidente da CBB, Guy Peixoto Jr., em entrevista ao site da CBB.

Vice-presidente da CBB e diretora do feminino, Magic Paula também falou sobre a boa novidade. “Acho importante esse diagnóstico para sabermos como anda a comunidade de treinadores e treinadoras por todo o Brasil. Muitas pessoas têm essa profissão. Para construir qualquer coisa, um futuro, precisamos nos planejar e fazer esse diagnóstico. Ele chega em boa hora.”

Diretor técnico do basquete masculino, Diego Jeleilate citou como o Cadastro Nacional de Treinadores pode ser fundamental em um futuro próximo para o basquete do Brasil.

“O Brasil é um país gigante, com grandes treinadores espalhados por todas as regiões. Precisamos nos aproximar dos profissionais que amam e trabalham com o basquete. Temos que diminuir essas fronteiras. Além disso, conhecendo melhor a realidade e os profissionais, podemos ajudá-los a se desenvolverem e com os técnicos se capacitando continuamente, podemos ter no futuro atletas mais bem capacitados”, afirmou Jeleilate.

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.