Filho do ex-pivô Josuel dá primeiros passos pela equipe de Bauru
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Filho do ex-pivô Josuel dá primeiros passos pela equipe de Bauru

Lukas estreou pela equipe adulta no Paulista e sonha em chegar à seleção, como o pai

Marcius Azevedo

20 de outubro de 2020 | 16h58

O basquete está no DNA. Lukas Josuel dos Santos, aos 18 anos, dá os primeiros passos como profissional no forte elenco do Bauru. Não reconheceu o parentesco? O pivô é filho do ex-jogador Josuel, que atuou por diversas equipes tradicionais e foi atleta da seleção brasileira por muitos anos.

“A minha meta é tentar contribuir o máximo que puder com o Bauru e, no futuro, quem sabe jogar pela seleção. São estes os meus sonhos mais imediatos, contudo, o foco é me preparar para um nível de jogo cada vez maior”, afirmou o garoto.


Josuel com o filho Lukas, que segue os passos do pai em Bauru. Foto: Arquivo Pessoal

A primeira chance que recebeu do técnico Figueiró durou exatos 1min19. Foi na vitória diante da Liga Sorocabana, pelo Campeonato Paulista, e ele converteu o único arremesso que efetuou. Lukas nasceu em Bauru e fez toda sua base na equipe da cidade. “Estrear no adulto foi uma experiência totalmente diferente. Só mesmo a chance de treinar com esta categoria já é incrível e ter entrado na partida é até difícil de descrever.”

O pai tem ciência que as coisas não virão fáceis para o filho, mas sabe que ele tem totais condições de atingir os objetivos que traçou. “O Lukas sabe jogar de costas e quando dá, tento passar algumas coisas para ele, porque o perfil dele é de quadril e pernas largos. Ele tem um bom arremesso de frente, que está em evolução. Ele vem treinando bastante, começando a ter um padrão melhor. Está tendo o seu primeiro grande desafio agora, que é treinar com o adulto e procurar evoluir, não vem tendo muito espaço ainda, na verdade está tendo que correr atrás do que ele almeja”, afirmou.

Josuel não descarta até levar o filho para estudar nos Estados Unidos. “Acho interessante, porque se gradua academicamente, aprende uma outra língua e outra cultura também, além de todos os outros benefícios de se estudar numa universidade norte-americana. Ele, no entanto, tem os próprios sonhos e tem condições e disposição de alcançá-los, mas precisa correr atrás sempre. Tudo o que eu puder ajudar, vou tentando fazer”, acrescentou.

Na infância, claro, Lukas teve a oportunidade de acompanhar o pai em quadra “Lembro mais da passagem pelo Pinheiros e um pouco pela Telemar/Rio de Janeiro. A maior parte foram as histórias que ele mesmo me contou sobre a trajetória dele dentro de quadra”, afirmou.

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