Mesmo sem Érika, Brasil não corre risco na Copa América
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Mesmo sem Érika, Brasil não corre risco na Copa América

Marcius Azevedo

17 de setembro de 2013 | 13h00

A notícia foi confirmada nesta terça-feira: Érika não vai defender o Brasil na Copa América do México, que começa no sábado e garante vaga ao Mundial da Turquia para os três primeiros colocados.

A pivô avançou com o Atlanta Dream para os playoffs da WNBA. Há uma coincidência de datas. Claro que é um desfalque importante. Érika foi indicada, inclusive, ao prêmio de MVP da temporada regular. Mas, na prática, não será um problema para o Brasil.

Com Érika em quadra, o Brasil iria simplesmente atropelar os seus adversários. Agora, o time do técnico Luiz Augusto Zanon terá um pouco mais de trabalho um jogo aqui, outro acolá, mas, no final, vai garantir vaga no Mundial.

Nesta Copa América, não há um adversário que possa não ser derrotado pelo Brasil. Zanon tomou o cuidado de inserir jogadores experientes no talentoso, porém jovem, time brasileiro.

O Brasil será liderado pela armadora Adrianinha, de 34 anos, que tem quatro Olimpíadas no currículo e foi bronze em Sydney-2000 A equipe terá ainda Karla e Chuca, que são da mesma geração da companheira de seleção. Ambas estão com 34 anos.

A estreia será no sábado, às 19h30, contra Porto Rico. Depois o Brasil, que está no Grupo B da Copa América, enfrenta República Dominicana (domingo), Argentina (terça) e encerra sua participação na fase de grupos contra o México (quarta). Na outra chave estão Canadá, Chile, Cuba, Jamaica e Venezuela.

Até aqui, outro seleções já estão garantidos no Mundial do ano que vem: Turquia (país-sede) Estados Unidos (campeão olímpico), Bielorrússia, República Checa, França, Sérvia e Espanha (representantes da Europa) e Austrália (da Oceania).

A pivô Érika em ação pela seleção brasileira (Divulgação)

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