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Mike D’Antoni como auxiliar de Magnano

Marcius Azevedo

28 de julho de 2012 | 12h58

O repórter Alessandro Lucchetti, enviado especial a Londres, mais uma vez ocupa este espaço.

A coletiva da USA Basketball. O esquema é um pouquinho diferente das coletivas comandadas pela assessoria do COB. Todos os jogadores e comissão técnica ficam sentados um ao lado do outro, durante 60 minutos, prontos para responder qualquer pergunta. Alguns, inclusive, com muita simpatia. Não acham que estão prestando favor algum aos repórteres.

Sabem que a imprensa é intermediária, um canal para divulgação de sua modalidade, de seus feitos, de seu business. Há uma ou outra, exceção, como Russell Westbrook, que responde com má vontade. Como, é claro, há um batalhão de repórteres ávidos por respostas, e uma grande fração deles gruda em torno de Kobe Bryant e LeBron James, os outros ficam um pouco mais livres.

No meio deles, Mike D’Antoni. O ex-técnico do Phoenix Suns é um dos poucos treinadores capazes de compreender o que se passa na cabeça de Leandrinho. Fico imaginando se D’Antoni por um acaso fosse um dos auxiliares técnicos de Rubén Magnano. Seria um auxiliar caro demais, eu sei. Mas inserir Leandrinho de forma eficiente no esquema de Magnano talvez seja tudo o que falte para o Brasil ganhar uma medalha. D’Antoni faria isso.

E vou mais longe – poderia pintar uma medalha com algum brilho. O bronze, como sabemos, é meio opaco. A prata reluz. E D’Antoni está lá, com um sorriso que se abre sob o bigode já quase totalmente encanecido. Diz que adoraria voltar a treinar Leandrinho. Lembra com saudades de sua melhor fase como treinador, no Arizona. Era quente, Leandrinho recebia os passes de Steve Nash e disparava como um raio rumo à cesta. Nostalgia.

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