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O renascimento dos Supersonics

Marcius Azevedo

12 de setembro de 2012 | 10h47

A cidade de Seattle deu um importante passo para ter novamente uma equipe na NBA. Um acordo fechado na noite de terça-feira garantiu os investimentos necessários para a construção de uma moderna arena, que receberia os jogos de basquete, além dos de hóquei sobre o gelo.

A obra, orçada inicialmente em US$ 490 milhões, teria um financiamento público de US$ 200 milhões, com um grupo de empresários, encabeçado pelo investidor Chris Hansen, ficando responsável por arcar com o restante.

Além de Hansen, o presidente da Microsoft, Steve Ballmer, e os irmãos Erik Nordstrom, donos de uma rede de lojas de departamento, fazem parte do grupo que quer recolocar Seattle no mapa do basquete da NBA.

Agora, o grupo terá outra batalha pela frente. Tão difícil quanto. Existem dois caminhos para que os Supersonics, nome da franquia que até 2008 existia em Seattle – mudou para Oklahoma City e virou Thunder -, figurarem novamente na liga.

A primeira seria convencer o comissário David Stern e os outros mandachuvas da NBA a ampliarem o número de times de 30 para 31. A outra é adquirir uma franquia já existente e contar com a aprovação de sua mudança de cidade, o que não é fácil.

Agora é aguardar os próximos capítulos, mas só fato de Seattle ter chance de ter novamente um time na NBA é algo para se comemorar. Aquele time que tinha Gary Payton, Shawn Kemp, Hersey Hawkins e Detlef Schrempf e que fez frente ao Chicago Bulls na final em 1996 ainda permanece vivo na lembrança de quem gosta de basquete.

Confira vídeo do jogo 6 da série entre Supersonics e Bulls em 1996:

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