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As jovens promessas do Brasileirão

Há jogadores promissores em todas as posições e em praticamente todas as equipes, o que abre para uma reflexão: a safra é ruim ou o trabalho de desenvolvimento profissional está sendo mal feito no futebol verde-amarelo?

Maurício Capela

30 de junho de 2015 | 15h18

Promissor. Está aí um verbete que define bem a safra de novos jogadores brasileiros. Talentos que estão aparecendo ou que já despontaram, mas que carecem de alguma afirmação, em suas respectivas equipes. E a julgar pelo atual momento da Seleção Brasileira serve em alguma medida de alento. Então, confira o mapeamento feito pelo blog.

O Atlético Paranaense, por exemplo, coloca na prateleira do futebol o meia Damasceno, de apenas 19 anos, e o atacante Douglas Coutinho, de 21 anos, entre outros. Já o Atlético Mineiro lança o atacante Carlos, de 19 anos, além do zagueiro Jemerson, de 22 anos.

O Sport, atual líder do Brasileiro, ao contrário de outros tempos, não está lá com tantos garotos assim à disposição. Mas ainda é bom prestar atenção nos atacantes James Dean e Wallace, ambos com 17 anos.

O São Paulo, também outro tradicional revelador de bons jogadores, ameaça com as promessas Boschila e Ewandro, ambos com 19 anos, além do atacante João Paulo, 18.

O Fluminense é um caso à parte, porque parece ter achado uma jóia rara. Gerson, de apenas 17 anos, cuja preferência de compra já pertence ao Barcelona, e Kenedy, atacante de 19 anos.

O Grêmio é outro que, além do conhecido Yuri Mamute de 20 anos, exibe o garoto Luan (22 anos) e Pedro Rocha (20 anos), além do goleiro Tiago de 22 anos.

O rival do Grêmio, o Internacional, também está longe de deixar a desejar. No gol, já há quase uma realidade: Alisson, de 22 anos. Depois, o Colorado ainda lança para o mundo da bola o lateral Geferson, de 21 anos, e o meia Valdívia, de 20 anos.

O Palmeiras é outro clube que também dá sua contribuição: o lateral João Pedro de 18 anos e o zagueiro Nathan de 20, além de Gabriel de Jesus, de 18 anos.

No outro Palestra, o Cruzeiro, há também o que se observar. Além do lateral Pará, 19 anos, tem o atacante Judvan, de 20 anos.

Mas tem mais. Tem por exemplo o já conhecido Malcom, do Corinthians, de apenas 18 anos. Há também o Biro Biro da Ponte Preta, de 20 anos, e o Gabriel, do Santos, de 18 anos,  que tem como companhia no quesito revelação o lateral Caju, de 19 anos.

No Goiás, tradicionalíssimo revelador de bons talentos, é preciso ficar de olho no desenvolvimento do atacante Erik, de 20 anos. Como também é bom observar no Vasco como irá se comportar o atacante Thalles, de 20 anos, e Mosquito, de 19 anos.

No Avaí, olho no rápido atacante Rômulo, de 20 anos. E no Flamengo, no lateral Jorge, de apenas 19 anos.

Portanto, há jogadores promissores no time principal em praticamente todas as equipes e nas mais diversas posições. E isso abre a porta para uma reflexão: vivemos na entressafra ou o necessário processo de evolução profissional está sendo malfeito?

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